Mostrando postagens com marcador Era Thriller. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Era Thriller. Mostrar todas as postagens
sábado, 18 de maio de 2013
terça-feira, 30 de abril de 2013
Michael Jackson fala sobre a canção "We Are the World"
No inicio de 1985 fizemos “We Are the World” em uma sessão com todos os
artistas após a cerimônia do American Music Awards. Eu escrevi a música com
Lionel Richie depois de ver nas noticias pessoas morrendo de fome na Etiópia e
Sudão.
Naquele tempo, eu cantava para a minha irmã Janet um pouco do ritmo. Nem
precisava ser a letra, só o ritmo ou uma nota. E dizia “Janet, o que você vê?
Quando ouve este som?” Desta vez ela disse “Crianças morrendo na África”.
“Tem razão. É isso que eu quis significar direto de minha alma”.
Ela disse “ você tá falando sobre a África. Sobre crianças morrendo.”
Foi daí que “We Are the World” surgiu. Iamos a um aposento escuro e eu cantava
umas notas. Na minha cabeça, todos os músicos deviam ser capazes de fazer.
Devemos saber nos apresentar e ser efetivos, mesmo numa sala escura. Perdemos
um pouco disso por causa da televisão. Você deve saber mover as pessoas sem
toda esta tecnologia avançada, sem imagens, só utilizando o som.
Venho performando desde que me conheço por gente. Sei vários segredos,
muitas coisas do tipo.
Eu acho que “We Are the World” é uma canção bastante spiritual, porém em
um sentido especial. Tenho orgulho de fazer parte daquela música e de ser um
dos músicos presentes naquela noite. Estávamos unidos pelo nosso desejo de
fazer a diferença. E isso fez do mundo um lugar melhor pra nós e uma diferença
para as pessoas famintas que queríamos ajudar.
Coletamos uns Grammy Awards e começamos a ouvir versões leves de “We Are
the World” tocando em elevadores junto com “Billie Jean”. Mesmo antes de
escrevê-la, achei que a música devia ter sido cantada por crianças. Quando eu
ouvi crianças cantando na versão do George Duke, quase chorei. É a melhor
versão que já ouvi.
MICHAEL JACKSON
FONTE: Texto retirado do
livro Moonwalk.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
sábado, 12 de janeiro de 2013
O Homem e a Lua (A primeira vez que Michael fez o moonwalk)
O clima na casa dos Jackson em Hayvenhurst parecia festa; as pessoas telefonavam de toda parte do país para falar de como Michael tinha sido espetacular. A casa fervia de gente – parentes, pessoal da CBS, da Motown, vizinhos, até fãs – enquanto a família passava seguidamente o videoteipe da maravilhosa apresentação de Michael. “Você precisa ver isso de novo”, dizia Joseph, o pai orgulhoso, a cada um eu chegava. “Nunca vi nada igual. Dá uma olhada nesse menino”.
Joseph pode não ter
percebido, mas por todo o país as pessoas estavam assistindo àquelas imagens de
Michael. Com sua apresentação no Motown 25, Michael tinha alcançado duas
coisas: confirmava para seus fiéis fãs que, sim, ele era o talento incrível que
eles sempre admiraram. E também, por meio da força da TV, ele tinha alcançado
milhões de espectadores que nunca o tinham visto representar. Somente em duas
outras oportunidades – nas primeiras apresentações em rede nacional de
televisão de Elvis Presley e dos Beatles, ambas no The Ed Sullivan Show – a televisão
pôde transmitir com tanta simplicidade o mais alto nível do estrelato da música
pop. No entanto, talvez Michael Jackson tivesse oferecido a mais arrebatadora
apresentação de um artista solo da música pop em toda a história da televisão,
dançando e cantando. “Beat It” tinha chegado ao número um das paradas duas
semanas antes. Era o mundo de Michael Jackson, e todos os outros Jackson
estavamsomente vivendo nele.
Até mesmo celebridades
da dança como Fred Astaire ficaram impressionados com a proeza de Michael. No
dia seguinte após a transmissão do especial, Fred telefonou para Hermes Pan, o
lendário coreógrafo e ganhador do Oscars, que tinha ensinado Fred e Ginger
Rogers a realizar seus mais memoráveis passos de dança (e que estava na vizinha
Beverly Hills). Ele lhe disse que viesse o mais rápido possível.
Quando Hermes chegou,
Fred colocou, Fred colocou um videoteipe da apresentação de Michael. “Espere só
até você ver isso.” Então os dois veteranos assistiram admirados àquele novo
guri no pedaço maravilhar os Estados Unidos. Pessoa que nunca fora capaz de
fazer elogios fúteis a outros homens dançarinos, Fred ficou extasiado com a
apresentação de Michael.
Michael depois diria que
o elogio de Fred tinha significado mais para ele do que todos os outros que
tinha recebido. O professor de voz de Michael, Seth Riggs, disse que, quando
Astaire telefonou, Michael estava tomando café da manhã. “Ele ficou tão
empolgado com aquilo que chegou realmente a vomitar e não conseguiu mais
terminar a refeição.” Depois, Fred convidou Michael a ir a sua casa para
ensinar a ele e a Hermes como fazer o moonwalk.
Pouco tempo depois, Gene
Kelly visitou Michael em Encino para falar de negócios. “Ele sabe quando parar
e quando disparar, como um relâmpago”, diria Gene referindo-se a Michael que,
ao que parecia, havia se integrado a uma nova fraternidade: a dos dançarinos.
“Ele tem movimentos limpos, belos, é rápidos e tem uma sensualidade
transbordante”, diria Bob Fosse sobre Michael, depois de assistir ao Motown 25
na TV. “Nunca são passos que importam, mas o estilo.”
Michael tinha aprendido
o passo moonwalk com um ex-dançarino do famoso programa de televisão Soul
Train. Aquele passo já existia há mais ou menos três anos. Quando viu a
seguencia pela primeira vez, assistindo ao programa, Michael resolveu que ele
simplesmente tinha de aprender aquilo. Ron Weisner o colocou em contato com
Geron Candidate, de 16 anos, que no palco era conhecido com “Casper”, e que era
guri que realmente tinha inventado aquele passo.
“Eu vi uma dança que
vocês fizeram no Soul Train”, Michael disse para Casper, “e ali parece que você
vai ao mesmo tempo para frente e para trás”. Chamamos de deslizar para trás”,
Casper ensinou. “É demais!”, Michael exclamou. “Você pode me ensinar a fazer
isso ?” Casper ficou tão estupefato que mal conseguiu dize que sim. No dia
seguinte, Casper e seu parceiro de dança, Cooley Jackson, encontraram-se com
Michael num estúdio de ensaios, em Los Angeles. Ao som de “The Pop Along Kid”,
da banda Shalamar, Cooley começou a demonstrar a versão do passo que deslizava
para trás mas que era mais parecido com empurrar sem sair do lugar do que
propriamente ir para trás. Não era isso que Michael queria. Então, Casper
demonstrou o deslizamento em que o dançarino parece que anda ao mesmo tempo
para frente e para trás. Michael deu um salto de alegria: “Sim! É isso ai. É
esse que eu quero aprender.”
Quando Casper se sentou,
Michael pegou os sapatos de para examinar a sola. “ O que você tem embaixo do
sapato?”, ele queria saber. “São rodinhas, não são? É por isso que você
consegue fazer o passo, não é?”
Casper explicou que não
eram sapatos especiais e nem com rodinhas. Era só um passo de dança muito
criativo. Com a ajuda de uma cadeira, Casper começou a ensinar Michael. Nessa
aula, Michael segurou na cadeira e ficou executando aquele passo no lugar
repetidamente, até se acostumar com o movimento do pé. “Ele aprendeu a idéia
básica em mais ou menos uma hora”, Casper se lembrava. “Ainda não estava
dominando o passo, mas já sabia como era.”
Alguns dias depois,
Casper deu outra aula para Michael. “Ele ainda não fazia o passo naturalmente”,
Casper lembrava-se. “Eu fazia de maneira muito natural, como se estivesse
andando no ar, mas ele estava duro. Isso incomodava ele pra caramba. “Não posso
faze isso na frente das pessoas a menos que faça direito, ele dizia o tempo
todo.”
Depois desses ensaios
com Casper, Michael partiu em turnê com os irmãos. “Fui assistir ao show wm Los
Angeles e ele não fez o passo”, Casper disse. “Fiquei espantado. Fui até o camarim
e perguntei-lhe por que não; ele disse que ainda não estava pronto. Não achava
que soubesse fazer o passo direito.”
Casper estava em casa,
assistindo ao Motown 25, como milhões de outros telespectadores, quando viu
Michael executar o passo pela primeira vez, diante de uma platéia. “Nem
conseguia acreditar”, ele se recordava. “Meu coração começou a pular dentro do
peito. Saltei da cadeira e gritei: “É! Ele conseguiu. “Ainda não é o moonwalk,
é só o passo de deslizar pra trás. O moonwalk é quando você faz o circulo
completo. Mas, de algum jeito, o passo que Michael fez na TV ficou conhecido
como moonwalk, em vez de deslizar para trás.”
Na realidade, esse passo
– moonwalk ou deslizar para trás – logo se tornou o passo “do Michael Jackson”.
Seu número na Motown 25 foi indicado para o Emmy (e o programa em si levou um
desses prêmios). Pelo trabalho de ter lhe ensinado o passo, Casper recebeu
somente mil dólares. “Foi o quanto eu pedi”. Ele disse rindo. “Eu tinha 16
anos. Para mim, era um bom dinheiro. Eu teria ensinado de graça, para te dizer
a verdade. Como Saber que se tornaria a marca registrada de Michael Jackson?”
FONTE: Texto retirado do
livro Michael Jackson A Magia é a Loucura de J. Randy Taraborrelli.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Rádio britânica elege 'Billie Jean' a melhor música dance
A música 'Billie Jean' de Michael Jackson foi votada a
melhor canção dance de todos os tempos pelos ouvintes da Rádio 2 da BBC.
Escrita por Jackson e lançada no álbum "Thriller", de 1982 – disco
que é considerado a obra-prima do cantor – a faixa ganhou dois prêmios Grammy e
ficou no topo das paradas em 1983. A música de Donna Summer, "I feel
love", que chegou ao topo das paradas em 1977, ficou em segundo lugar na
pesquisa.
Em terceiro lugar ficou a lenda do soul James Brown com a
música "Get up (I feel like being a) sex machine", de 1970. Do quarto
até o nono lugar, foram votadas músicas house e dance dos anos 80 e 90. Em décimo ficou K"ey to my happiness", do
The Charades, de 1966. Um grupo de especialistas em música,
incluindo DJs, fez uma lista de 20 músicas que então foram votadas pelos
ouvintes via internet. As músicas, datadas entre 1966 e 2001 foram selecionadas
pelo "mérito musical e a importância na narrativa da música dance
britânica".
Para Zoe Ball, a DJ da Rádio 2 da BBC que apresentou o
programa com as dez melhores músicas dance, a música Billie Jean mostra
"Michael Jackson em sua melhor fase, (…) é simplesmente perfeita".
Quando foi lançado em 1982, "Thriller" reescreveu as regras do marketing da música pop, principalmente devido aos vídeos lançados, que usavam elementos cinematográficos pela primeira vez para divulgar uma música. O vídeo da música "Thriller", por exemplo, foi dirigido por John Landis, mostrou Jackson como um zumbi, dura 14 minutos e foi produzido com US$ 500 mil, o álbum é apontado freqüentemente como o campeão de vendas de todos os tempos, com 65 milhões de cópias segundo o livro Guinness dos Recordes.
Sete das nove faixas de "Thriller" chegaram às
paradas mundiais. Jackson surpreendeu o mundo quando apresentou a famosa dança
Moonwalk, em um especial de televisão para a gravadora Motown, em 1983. Já o
início da própria "Billie Jean" é reconhecido instantaneamente devido
às primeiras batidas na introdução. O vídeo também é um dos que marcaram a
história da música pop. O engenheiro de som Bruce Swedien afirmou que,
na época da gravação, Jackson pediu que a música tivesse "a melhor
personalidade sonora que você puder colocar em uma música - começando com a
bateria".
Assinar:
Postagens (Atom)





